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Descobri que tenho câncer, e agora?

21 de novembro de 2024

O diagnóstico de câncer pode ser um momento assustador e desconcertante. 


Se você acabou de receber essa notícia, é natural sentir-se perdido e ansioso. 


Este artigo foi criado para oferecer orientação e apoio nesse momento delicado, ajudando você a passar pelos próximos passos com mais confiança e clareza.


Navegando pela Montanha-Russa Emocional: Entendendo Suas Reações e as dos Outros


Ao receber um diagnóstico de câncer, é comum experimentar uma montanha-russa de emoções. 


Você pode sentir medo, raiva, tristeza ou até mesmo negação. É importante lembrar que todas essas emoções são normais e fazem parte do processo de aceitação. 


Seus familiares e amigos também podem reagir de maneiras diferentes. Alguns podem oferecer apoio imediato, enquanto outros podem ficar em choque. 


Seja paciente consigo mesmo e com os outros durante esse período de ajuste emocional.


A Armadilha da Internet: Por Que Evitar o Dr. Google?


Embora seja tentador buscar informações online, é crucial evitar pesquisas aleatórias na internet. 


Muitas vezes, as informações encontradas podem ser imprecisas, desatualizadas ou simplesmente não se aplicarem ao seu caso específico. 


Em vez disso, confie nas orientações fornecidas pela sua equipe médica. Eles são as melhores fontes de informação sobre seu diagnóstico e tratamento.


Equilibrando Vida e Tratamento: Os Benefícios de Manter uma Rotina de Trabalho


Dependendo do seu estado de saúde e do tipo de tratamento que você receberá, continuar trabalhando pode ser uma opção viável e até mesmo benéfica. 


Manter uma rotina pode ajudar a preservar um senso de normalidade e propósito. No entanto, é importante discutir essa decisão com seu médico e empregador, considerando possíveis ajustes em sua carga de trabalho ou horário.


Redescobrindo a Alegria: Focando no Que Realmente Importa Durante o Tratamento


Neste momento, é importante focar em atividades e relacionamentos que tragam alegria e conforto para sua vida. Isso pode incluir passar tempo com entes queridos, praticar hobbies que você ama ou explorar novas formas de relaxamento, como meditação ou yoga. 


Priorizar o bem-estar emocional pode ter um impacto positivo significativo em sua jornada de tratamento.


Seu Papel no Tratamento: Como Ser um Paciente Ativo e Engajado


Assumir um papel ativo em seu tratamento é fundamental. Isso significa fazer perguntas, entender suas opções de tratamento e participar ativamente das decisões médicas. 


Não hesite em pedir esclarecimentos sobre procedimentos, medicamentos ou efeitos colaterais. Quanto mais informado você estiver, mais confiante se sentirá em relação ao seu plano de tratamento.


Conhecimento é Poder: Tomando Decisões Informadas Sobre Seu Tratamento


Com o avanço da medicina, existem várias opções de tratamento disponíveis para diferentes tipos de câncer. É importante compreender todas as suas opções antes de tomar decisões. Isso pode incluir cirurgias minimamente invasivas, que oferecem menor tempo de recuperação e menos complicações em comparação com procedimentos tradicionais. 


Para certos tipos de câncer, como o câncer de pele melanoma, existem tratamentos específicos que seu oncologista pode recomendar.


Da Fragilidade à Força: Estratégias para o Empoderamento Durante o Tratamento do Câncer


O conhecimento é poder. Aprender sobre seu diagnóstico e opções de tratamento pode ajudar a reduzir a ansiedade e dar a você uma sensação de controle. 


Considere participar de grupos de apoio ou buscar aconselhamento psicológico. Essas ferramentas podem fornecer estratégias valiosas para lidar com o estresse e as mudanças que você está enfrentando.


Construindo Pontes: Aprimorando a Comunicação com Sua Equipe Médica


Estabelecer uma boa comunicação com sua equipe médica é fundamental. 


Prepare uma lista de perguntas antes de cada consulta e não tenha medo de pedir explicações se algo não estiver claro. Uma comunicação eficaz ajudará a garantir que você receba o melhor cuidado possível e se sinta mais confortável com seu plano de tratamento.


Quebrando o Silêncio: Superando Medos e Estigmas Associados ao Câncer


É comum sentir medo ou vergonha ao enfrentar um diagnóstico de câncer. No entanto, é importante lembrar que o câncer é uma condição médica, não uma sentença. 


Com os avanços modernos no tratamento do câncer, muitas pessoas vivem vidas longas e saudáveis após o diagnóstico. 


Compartilhar seus sentimentos com pessoas de confiança ou profissionais de saúde mental pode ajudar a reduzir o estigma e o medo associados à doença.


Conclusão


Receber um diagnóstico de câncer é desafiador, mas você não está sozinho nessa jornada. 


Com o apoio adequado, informações precisas e uma atitude proativa, é possível enfrentar esse desafio com força e determinação. 


Lembre-se de que cada jornada é única, e é importante ser gentil consigo mesmo durante todo o processo.


Dr. Hugo Hammoud: Referência em Cirurgia Oncológica em Campinas


Para aqueles que buscam atendimento especializado em Campinas, o Dr. Hugo Hammoud é uma referência em oncologia, com foco especial em câncer de pele, câncer do aparelho digestivo e sarcomas. Com vasta experiência em cirurgias minimamente invasivas, o Dr. Hugo Hammoud oferece tratamentos de ponta para diversos tipos de câncer, incluindo melanoma, câncer de estômago, câncer de cólon e reto.


Além de procedimentos cirúrgicos avançados, o Dr. Hugo Hammoud também realiza exames preventivos cruciais, como colonoscopia, e utiliza técnicas inovadoras como a crioterapia para lesões pré-malignas. Seu compromisso com a saúde do paciente se estende além do tratamento, enfatizando a importância de hábitos saudáveis na prevenção e recuperação do câncer.


Se você está em busca de um especialista que combine expertise técnica com um cuidado humanizado, o Dr. Hugo Hammoud e sua equipe estão prontos para oferecer o suporte necessário em sua jornada de saúde. Agende uma consulta e dê o primeiro passo em direção a um cuidado oncológico de excelência em Campinas.


WhatsApp: (12) 99711-2332

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Por Hugo Hammoud 3 de dezembro de 2025
Por que precisamos falar também sobre tumores ginecológicos e colorretais? O Outubro Rosa é mundialmente reconhecido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama. No entanto, reduzir a campanha a um único tumor pode limitar o alcance da prevenção feminina. Outros tipos de câncer, como os tumores ginecológicos (colo do útero e ovário) e o câncer colorretal, também afetam milhares de mulheres todos os anos no Brasil. O Dr. Hugo Hammoud, Cirurgião Oncológico em Campinas, defende que ampliar o debate do Outubro Rosa é essencial para proteger mais vidas e estimular o diagnóstico precoce em diferentes frentes da saúde da mulher. O câncer de colo do útero: prevenível e ainda letal Estima-se que o câncer de colo do útero seja o terceiro tumor mais incidente entre mulheres no Brasil, com cerca de 16 mil novos casos por ano (INCA, 2023). Ele está diretamente ligado à infecção persistente pelo vírus HPV, o que significa que é altamente prevenível com vacinação e exames regulares (Papanicolau). Quando detectado precocemente, tem altos índices de cura, mas a falta de rastreamento ainda gera muitos diagnósticos tardios. 👉 Outubro Rosa também deve ser um lembrete sobre a importância da vacina do HPV e do exame preventivo. O câncer de ovário: o inimigo silencioso Diferente do câncer de colo do útero, o câncer de ovário não possui exame de rastreio eficaz. Mais de 70% dos casos são diagnosticados em estágio avançado, quando o tratamento se torna mais complexo. Sintomas iniciais como inchaço abdominal, dor pélvica e alteração no apetite muitas vezes são confundidos com outras condições benignas. Por isso, informação e acompanhamento médico regular são fundamentais para não ignorar sinais aparentemente “comuns”. O câncer colorretal: uma ameaça crescente entre mulheres Embora muitas vezes associado ao público masculino, o câncer colorretal é hoje o segundo mais incidente entre mulheres no Brasil. A alimentação rica em carnes processadas, ultraprocessados e baixo consumo de fibras aumenta o risco da doença. A colonoscopia é um exame seguro e eficaz, capaz de diagnosticar e até remover lesões pré-cancerígenas. 🍎 Prevenção alimentar e rastreamento são armas poderosas para reduzir sua incidência. O papel do cirurgião oncológico em Campinas O Dr. Hugo Hammoud ressalta que o papel do cirurgião oncológico é olhar além da cirurgia. Ele atua na orientação preventiva, no diagnóstico precoce e em decisões personalizadas de tratamento, considerando não apenas o tumor, mas a vida e os valores de cada paciente. Ao ampliar o Outubro Rosa, reforça-se que a saúde da mulher é sistêmica e exige atenção integral. Caso queira saber mais, agende uma consulta com o Dr. Hugo Hammoud . Whatsapp: (12) 99711-2332.
Por Hugo Hammoud 8 de outubro de 2025
O câncer de pele é um dos tipos mais comuns de câncer, sendo causado principalmente pela exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV) do sol. Seu tratamento varia de acordo com o tipo, estágio e localização da lesão. Entre as opções disponíveis, o tratamento cirúrgico é, de fato, o mais utilizado, mas não é a única abordagem. Carcinoma basocelular: O tipo mais comum O câncer de pele do tipo carcinoma basocelular é um dos mais frequentes no Brasil devido a dois fatores principais: a localização geográfica do país, que favorece a alta incidência de radiação ultravioleta, e a cultura de praia, que incentiva atividades ao ar livre. Além disso, muitos adultos entre 40 e 50 anos hoje fazem parte de uma geração que, na infância, foi amplamente exposta ao sol sem proteção adequada. O problema é que, a longo prazo, essa exposição excessiva à radiação UV causa mutações no DNA das células da pele, elevando o risco de desenvolvimento do câncer. Por ser um tumor composto por células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme, esse tipo de câncer cresce de maneira lenta. Suas lesões podem se parecer com verrugas, sangrar devido a pequenos traumas do dia a dia e, por isso, exigem avaliação médica. As regiões mais afetadas são a cabeça e o pescoço. Cirurgia: O padrão ouro no tratamento A cirurgia é o tratamento primário para a maioria dos casos de câncer de pele, especialmente para os tipos mais comuns, como o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. O objetivo é remover completamente a lesão maligna, garantindo margens de segurança para reduzir o risco de recorrência. Alguns dos procedimentos cirúrgicos incluem: Excisão cirúrgica : remoção do tumor com uma margem de pele sadia ao redor. Cirurgia de Mohs : técnica que permite a remoção precisa do câncer, preservando ao máximo os tecidos saudáveis. Curetagem e eletrodissecação : usada para pequenos tumores superficiais, onde o tecido canceroso é raspado e tratado com corrente elétrica. Alternativas não cirúrgicas Embora a cirurgia seja a opção mais comum, outros tratamentos podem ser indicados, especialmente em casos onde a cirurgia não é viável: Radioterapia : utilizada para pacientes que não podem se submeter à cirurgia ou para tumores localizados em regiões delicadas. Terapia fotodinâmica : utiliza um agente fotossensibilizante e luz para destruir células cancerosas. Crioterapia : congela o tecido tumoral com nitrogênio líquido, indicado para lesões superficiais. Imunoterapia e Terapias Alvo : usadas para casos avançados de melanoma, estimulam o sistema imunológico ou bloqueiam vias específicas que favorecem o crescimento tumoral. Quimioterapia tópica : indicada para casos superficiais, com medicamentos como 5-fluorouracil (5-FU) e imiquimod. Prevenção do câncer de pele Para reduzir o risco de câncer de pele, é essencial evitar a exposição solar entre 10h e 16h, período em que a radiação ultravioleta é mais intensa. O uso de chapéus e óculos escuros pode auxiliar na proteção, mas a aplicação de filtro solar em quantidade adequada é a forma mais eficaz de prevenção. Uma recomendação útil é a regra da colher de chá: aplique uma colher do protetor na região do rosto, pescoço e colo e duas colheres nos braços, pernas e costas. O produto deve ser aplicado cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol para melhor absorção e reaplicado a cada duas ou três horas, ou sempre após contato com água ou suor. O tratamento do câncer de pele é predominantemente cirúrgico, pois essa abordagem permite a remoção eficaz da lesão com menor risco de recorrência. No entanto, alternativas como radioterapia, terapia fotodinâmica e imunoterapia estão disponíveis para casos específicos. O diagnóstico precoce é essencial para garantir um tratamento eficaz e menos invasivo, reforçando a importância da prevenção e do acompanhamento dermatológico regular. Caso queira saber mais sobre como adquirir hábitos saudáveis é importante para o tratamento de câncer, agende uma consulta com o Dr. Hugo Hammoud . Whatsapp: (12) 99711-2332.
20 de março de 2025
O câncer de pele é um dos tipos mais comuns de câncer, sendo causado principalmente pela exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV) do sol. Seu tratamento varia de acordo com o tipo, estágio e localização da lesão. Entre as opções disponíveis, o tratamento cirúrgico é, de fato, o mais utilizado, mas não é a única abordagem. Carcinoma basocelular: O tipo mais comum O câncer de pele do tipo carcinoma basocelular é um dos mais frequentes no Brasil devido a dois fatores principais: a localização geográfica do país, que favorece a alta incidência de radiação ultravioleta, e a cultura de praia, que incentiva atividades ao ar livre. Além disso, muitos adultos entre 40 e 50 anos hoje fazem parte de uma geração que, na infância, foi amplamente exposta ao sol sem proteção adequada. O problema é que, a longo prazo, essa exposição excessiva à radiação UV causa mutações no DNA das células da pele, elevando o risco de desenvolvimento do câncer. Por ser um tumor composto por células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme, esse tipo de câncer cresce de maneira lenta. Suas lesões podem se parecer com verrugas, sangrar devido a pequenos traumas do dia a dia e, por isso, exigem avaliação médica. As regiões mais afetadas são a cabeça e o pescoço. Cirurgia: O padrão ouro no tratamento A cirurgia é o tratamento primário para a maioria dos casos de câncer de pele, especialmente para os tipos mais comuns, como o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. O objetivo é remover completamente a lesão maligna, garantindo margens de segurança para reduzir o risco de recorrência. Alguns dos procedimentos cirúrgicos incluem: Excisão cirúrgica : remoção do tumor com uma margem de pele sadia ao redor. Cirurgia de Mohs : técnica que permite a remoção precisa do câncer, preservando ao máximo os tecidos saudáveis. Curetagem e eletrodissecação : usada para pequenos tumores superficiais, onde o tecido canceroso é raspado e tratado com corrente elétrica. Alternativas não cirúrgicas Embora a cirurgia seja a opção mais comum, outros tratamentos podem ser indicados, especialmente em casos onde a cirurgia não é viável: Radioterapia : utilizada para pacientes que não podem se submeter à cirurgia ou para tumores localizados em regiões delicadas. Terapia fotodinâmica : utiliza um agente fotossensibilizante e luz para destruir células cancerosas. Crioterapia : congela o tecido tumoral com nitrogênio líquido, indicado para lesões superficiais. Imunoterapia e Terapias Alvo : usadas para casos avançados de melanoma, estimulam o sistema imunológico ou bloqueiam vias específicas que favorecem o crescimento tumoral. Quimioterapia tópica : indicada para casos superficiais, com medicamentos como 5-fluorouracil (5-FU) e imiquimod. Prevenção do câncer de pele Para reduzir o risco de câncer de pele, é essencial evitar a exposição solar entre 10h e 16h, período em que a radiação ultravioleta é mais intensa. O uso de chapéus e óculos escuros pode auxiliar na proteção, mas a aplicação de filtro solar em quantidade adequada é a forma mais eficaz de prevenção. Uma recomendação útil é a regra da colher de chá: aplique uma colher do protetor na região do rosto, pescoço e colo e duas colheres nos braços, pernas e costas. O produto deve ser aplicado cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol para melhor absorção e reaplicado a cada duas ou três horas, ou sempre após contato com água ou suor. O tratamento do câncer de pele é predominantemente cirúrgico, pois essa abordagem permite a remoção eficaz da lesão com menor risco de recorrência. No entanto, alternativas como radioterapia, terapia fotodinâmica e imunoterapia estão disponíveis para casos específicos. O diagnóstico precoce é essencial para garantir um tratamento eficaz e menos invasivo, reforçando a importância da prevenção e do acompanhamento dermatológico regular. Caso queira saber mais sobre como adquirir hábitos saudáveis é importante para o tratamento de câncer, agende uma consulta com o Dr. Hugo Hammoud . Whatsapp: (12) 99711-2332.
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