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Pessoas com câncer que fazem atividade física e tem uma alimentação saudável, têm mais chances de cura?

8 de dezembro de 2024

Um estilo de vida ativo e uma alimentação equilibrada são amplamente reconhecidos por seus efeitos positivos no corpo humano, mas quando o assunto é o câncer, esses hábitos assumem uma importância ainda maior. 


Estudos sugerem que pessoas com câncer que adotam uma rotina de atividade física e mantêm uma dieta saudável podem ter mais chances de recuperação e um melhor prognóstico. 


Continue lendo esse artigo e vamos entender como esses fatores contribuem para a melhora na resposta ao tratamento, bem-estar geral e chances de cura.


Como saber se posso fazer exercícios físicos mesmo com câncer?


Há muitas razões para manter-se fisicamente ativo durante o tratamento do câncer, mas o programa de exercícios deve ser seguro, eficaz e prazeroso para cada pessoa. Esse programa precisa considerar as atividades que o paciente já realizava antes da doença, assim como os novos limites estabelecidos pelo tratamento. Dessa forma, a prática de atividades físicas deve ser personalizada, respeitando os interesses e necessidades individuais.


Aspectos a serem considerados:


  • Tipo e estágio do câncer
  • Tipo de tratamento em andamento
  • Condicionamento físico atual


Antes de iniciar qualquer atividade física, consulte seu médico oncologista para garantir que está liberado. Também é importante que o profissional responsável pela sua rotina de exercícios esteja ciente do seu diagnóstico e das suas limitações.


Benefícios da atividade física durante o tratamento de câncer


A atividade física tem sido cada vez mais recomendada para pessoas que estão enfrentando o câncer, seja qual for o estágio da doença. Praticar exercícios regularmente pode:


  • Fortalecer o sistema imunológico: A prática regular de atividade física ajuda a fortalecer o sistema imunológico, que é fundamental no combate às células cancerígenas. Um sistema imunológico robusto também ajuda a minimizar os efeitos colaterais de tratamentos como quimioterapia e radioterapia.
  • Melhorar a qualidade de vida: Exercícios físicos contribuem para o controle de sintomas comuns como fadiga, dor, insônia e depressão. Estudos mostram que pacientes com câncer que se exercitam regularmente têm menos fadiga e, consequentemente, uma maior disposição para enfrentar os desafios do tratamento.
  • Reduzir o risco de recidiva: Para alguns tipos de câncer, como o de mama, colorretal e próstata, manter uma rotina ativa está associado à redução do risco de recidiva da doença.
  • Controle de peso e composição corporal: O controle de peso durante o tratamento é importante, pois o excesso de gordura corporal está relacionado ao desenvolvimento e à progressão de alguns tipos de câncer. A atividade física regular pode ajudar a manter um peso saudável, reduzindo o risco de complicações.


Não estou mais em tratamento com o câncer, posso fazer atividade física?


Para pacientes em recuperação, muitos efeitos colaterais começam a melhorar semanas após o tratamento, mas alguns podem persistir por mais tempo ou surgir tardiamente. 


Aos poucos, a maioria dos pacientes consegue aumentar o tempo e a intensidade dos exercícios. Uma atividade de intensidade moderada para pessoas saudáveis, como uma caminhada rápida, pode ser percebida como intensa para alguns ex-pacientes, então é essencial respeitar o ritmo de cada um.


Para pacientes sem sinais de doença ou com doença estável. Nesta fase, a atividade física é fundamental para a saúde e qualidade de vida, podendo inclusive contribuir para aumentar a sobrevida em alguns casos. Estudos indicam que manter um peso saudável, adotar uma alimentação equilibrada e ser fisicamente ativo pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver um segundo câncer e outras doenças crônicas. Entretanto, mais pesquisas são necessárias para entender melhor esses benefícios potenciais.


Recomendações para ex-pacientes:


  • Pratique atividades físicas regularmente.
  • Evite o sedentarismo e retome as atividades diárias normais assim que possível após o diagnóstico.
  • Procure realizar pelo menos 150 minutos de exercícios por semana.
  • Inclua exercícios de fortalecimento muscular pelo menos duas vezes por semana.


Lembre-se de que todas as atividades físicas devem ser feitas com a supervisão de seu médico. Converse com ele sobre sua intenção de se exercitar, discutindo a intensidade e a frequência adequadas para sua situação.


Importância da alimentação saudável no tratamento do câncer


Uma alimentação adequada e equilibrada é fundamental para fornecer ao corpo os nutrientes necessários para suportar os tratamentos agressivos, promover a recuperação e fortalecer as defesas naturais do organismo. Os principais benefícios incluem:

  • Redução da inflamação: Uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e gorduras saudáveis pode ajudar a reduzir a inflamação no corpo, condição que muitas vezes está associada ao crescimento e à progressão do câncer.
  • Apoio à regeneração celular: Certos nutrientes, como proteínas e vitaminas (A, C, E), são essenciais para a recuperação e regeneração das células saudáveis, minimizando o impacto dos tratamentos agressivos.
  • Auxílio no controle de sintomas: Uma alimentação saudável pode auxiliar no controle de sintomas como náuseas, perda de apetite e alterações no paladar, facilitando a adesão ao tratamento.
  • Proteção contra novas doenças: Além de combater o câncer, uma alimentação rica em nutrientes ajuda a proteger o organismo contra outras condições, como doenças cardíacas e diabetes, que podem dificultar a recuperação.


Atividade física e alimentação: Uma combinação poderosa para a recuperação


A combinação de exercícios físicos regulares e uma alimentação balanceada cria um ambiente propício para que o organismo enfrente o câncer com mais força. Quando somados, esses fatores podem:


  • Aumentar a resistência do corpo ao tratamento: Com mais energia e resistência, o corpo consegue suportar melhor os tratamentos oncológicos, minimizando os efeitos colaterais e evitando interrupções que poderiam prejudicar o sucesso terapêutico.
  • Promover o bem-estar mental e emocional: O câncer não afeta apenas o corpo, mas também a mente. A prática de atividades físicas libera endorfinas, os chamados “hormônios da felicidade”, enquanto uma alimentação balanceada promove o bem-estar geral. Esse suporte emocional é essencial para enfrentar os desafios do tratamento.
  • Contribuir para a adesão ao tratamento: Pacientes que se sentem bem fisicamente e emocionalmente tendem a aderir melhor ao plano de tratamento, o que aumenta as chances de sucesso.


O impacto positivo de uma rotina de exercícios e uma alimentação equilibrada é inquestionável para pessoas com câncer, melhorando a resposta ao tratamento e a qualidade de vida. 


No entanto, é essencial que essas práticas sejam adaptadas a cada caso, com acompanhamento de profissionais de saúde, como oncologistas, nutricionistas e educadores físicos.


 Esse cuidado garante que a prática de exercícios e a dieta sejam adequadas para cada etapa do tratamento, potencializando suas chances de recuperação.

Dr. Hugo Hammoud: Expertise em Câncer de Pele e APARELHO DIGESTIVO Em Campinas


Para os residentes de Campinas e região que buscam cuidados especializados em câncer de pele, o Dr. Hugo Hammoud se destaca como uma referência na área. 


Com experiência no tratamento de câncer de pele, oferece abordagens avançadas e personalizadas para cada paciente.

Além de sua especialização em câncer de pele, é reconhecido por sua expertise em câncer do aparelho digestivo e sarcomas. Sua abordagem multidisciplinar garante um tratamento abrangente, utilizando as mais recentes tecnologias e técnicas, incluindo cirurgias minimamente invasivas quando apropriado.


Se você está preocupado com sua saúde da pele ou tem histórico familiar de câncer de pele, agendar uma consulta com o Dr. Hugo Hammoud pode ser um passo fundamental para sua saúde. 


Lembre-se, a detecção precoce e o tratamento adequado são fundamentais no combate ao câncer de pele.


WhatsApp: (12) 99711-2332

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Por Hugo Hammoud 3 de dezembro de 2025
Por que precisamos falar também sobre tumores ginecológicos e colorretais? O Outubro Rosa é mundialmente reconhecido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama. No entanto, reduzir a campanha a um único tumor pode limitar o alcance da prevenção feminina. Outros tipos de câncer, como os tumores ginecológicos (colo do útero e ovário) e o câncer colorretal, também afetam milhares de mulheres todos os anos no Brasil. O Dr. Hugo Hammoud, Cirurgião Oncológico em Campinas, defende que ampliar o debate do Outubro Rosa é essencial para proteger mais vidas e estimular o diagnóstico precoce em diferentes frentes da saúde da mulher. O câncer de colo do útero: prevenível e ainda letal Estima-se que o câncer de colo do útero seja o terceiro tumor mais incidente entre mulheres no Brasil, com cerca de 16 mil novos casos por ano (INCA, 2023). Ele está diretamente ligado à infecção persistente pelo vírus HPV, o que significa que é altamente prevenível com vacinação e exames regulares (Papanicolau). Quando detectado precocemente, tem altos índices de cura, mas a falta de rastreamento ainda gera muitos diagnósticos tardios. 👉 Outubro Rosa também deve ser um lembrete sobre a importância da vacina do HPV e do exame preventivo. O câncer de ovário: o inimigo silencioso Diferente do câncer de colo do útero, o câncer de ovário não possui exame de rastreio eficaz. Mais de 70% dos casos são diagnosticados em estágio avançado, quando o tratamento se torna mais complexo. Sintomas iniciais como inchaço abdominal, dor pélvica e alteração no apetite muitas vezes são confundidos com outras condições benignas. Por isso, informação e acompanhamento médico regular são fundamentais para não ignorar sinais aparentemente “comuns”. O câncer colorretal: uma ameaça crescente entre mulheres Embora muitas vezes associado ao público masculino, o câncer colorretal é hoje o segundo mais incidente entre mulheres no Brasil. A alimentação rica em carnes processadas, ultraprocessados e baixo consumo de fibras aumenta o risco da doença. A colonoscopia é um exame seguro e eficaz, capaz de diagnosticar e até remover lesões pré-cancerígenas. 🍎 Prevenção alimentar e rastreamento são armas poderosas para reduzir sua incidência. O papel do cirurgião oncológico em Campinas O Dr. Hugo Hammoud ressalta que o papel do cirurgião oncológico é olhar além da cirurgia. Ele atua na orientação preventiva, no diagnóstico precoce e em decisões personalizadas de tratamento, considerando não apenas o tumor, mas a vida e os valores de cada paciente. Ao ampliar o Outubro Rosa, reforça-se que a saúde da mulher é sistêmica e exige atenção integral. Caso queira saber mais, agende uma consulta com o Dr. Hugo Hammoud . Whatsapp: (12) 99711-2332.
Por Hugo Hammoud 8 de outubro de 2025
O câncer de pele é um dos tipos mais comuns de câncer, sendo causado principalmente pela exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV) do sol. Seu tratamento varia de acordo com o tipo, estágio e localização da lesão. Entre as opções disponíveis, o tratamento cirúrgico é, de fato, o mais utilizado, mas não é a única abordagem. Carcinoma basocelular: O tipo mais comum O câncer de pele do tipo carcinoma basocelular é um dos mais frequentes no Brasil devido a dois fatores principais: a localização geográfica do país, que favorece a alta incidência de radiação ultravioleta, e a cultura de praia, que incentiva atividades ao ar livre. Além disso, muitos adultos entre 40 e 50 anos hoje fazem parte de uma geração que, na infância, foi amplamente exposta ao sol sem proteção adequada. O problema é que, a longo prazo, essa exposição excessiva à radiação UV causa mutações no DNA das células da pele, elevando o risco de desenvolvimento do câncer. Por ser um tumor composto por células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme, esse tipo de câncer cresce de maneira lenta. Suas lesões podem se parecer com verrugas, sangrar devido a pequenos traumas do dia a dia e, por isso, exigem avaliação médica. As regiões mais afetadas são a cabeça e o pescoço. Cirurgia: O padrão ouro no tratamento A cirurgia é o tratamento primário para a maioria dos casos de câncer de pele, especialmente para os tipos mais comuns, como o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. O objetivo é remover completamente a lesão maligna, garantindo margens de segurança para reduzir o risco de recorrência. Alguns dos procedimentos cirúrgicos incluem: Excisão cirúrgica : remoção do tumor com uma margem de pele sadia ao redor. Cirurgia de Mohs : técnica que permite a remoção precisa do câncer, preservando ao máximo os tecidos saudáveis. Curetagem e eletrodissecação : usada para pequenos tumores superficiais, onde o tecido canceroso é raspado e tratado com corrente elétrica. Alternativas não cirúrgicas Embora a cirurgia seja a opção mais comum, outros tratamentos podem ser indicados, especialmente em casos onde a cirurgia não é viável: Radioterapia : utilizada para pacientes que não podem se submeter à cirurgia ou para tumores localizados em regiões delicadas. Terapia fotodinâmica : utiliza um agente fotossensibilizante e luz para destruir células cancerosas. Crioterapia : congela o tecido tumoral com nitrogênio líquido, indicado para lesões superficiais. Imunoterapia e Terapias Alvo : usadas para casos avançados de melanoma, estimulam o sistema imunológico ou bloqueiam vias específicas que favorecem o crescimento tumoral. Quimioterapia tópica : indicada para casos superficiais, com medicamentos como 5-fluorouracil (5-FU) e imiquimod. Prevenção do câncer de pele Para reduzir o risco de câncer de pele, é essencial evitar a exposição solar entre 10h e 16h, período em que a radiação ultravioleta é mais intensa. O uso de chapéus e óculos escuros pode auxiliar na proteção, mas a aplicação de filtro solar em quantidade adequada é a forma mais eficaz de prevenção. Uma recomendação útil é a regra da colher de chá: aplique uma colher do protetor na região do rosto, pescoço e colo e duas colheres nos braços, pernas e costas. O produto deve ser aplicado cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol para melhor absorção e reaplicado a cada duas ou três horas, ou sempre após contato com água ou suor. O tratamento do câncer de pele é predominantemente cirúrgico, pois essa abordagem permite a remoção eficaz da lesão com menor risco de recorrência. No entanto, alternativas como radioterapia, terapia fotodinâmica e imunoterapia estão disponíveis para casos específicos. O diagnóstico precoce é essencial para garantir um tratamento eficaz e menos invasivo, reforçando a importância da prevenção e do acompanhamento dermatológico regular. Caso queira saber mais sobre como adquirir hábitos saudáveis é importante para o tratamento de câncer, agende uma consulta com o Dr. Hugo Hammoud . Whatsapp: (12) 99711-2332.
20 de março de 2025
O câncer de pele é um dos tipos mais comuns de câncer, sendo causado principalmente pela exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV) do sol. Seu tratamento varia de acordo com o tipo, estágio e localização da lesão. Entre as opções disponíveis, o tratamento cirúrgico é, de fato, o mais utilizado, mas não é a única abordagem. Carcinoma basocelular: O tipo mais comum O câncer de pele do tipo carcinoma basocelular é um dos mais frequentes no Brasil devido a dois fatores principais: a localização geográfica do país, que favorece a alta incidência de radiação ultravioleta, e a cultura de praia, que incentiva atividades ao ar livre. Além disso, muitos adultos entre 40 e 50 anos hoje fazem parte de uma geração que, na infância, foi amplamente exposta ao sol sem proteção adequada. O problema é que, a longo prazo, essa exposição excessiva à radiação UV causa mutações no DNA das células da pele, elevando o risco de desenvolvimento do câncer. Por ser um tumor composto por células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme, esse tipo de câncer cresce de maneira lenta. Suas lesões podem se parecer com verrugas, sangrar devido a pequenos traumas do dia a dia e, por isso, exigem avaliação médica. As regiões mais afetadas são a cabeça e o pescoço. Cirurgia: O padrão ouro no tratamento A cirurgia é o tratamento primário para a maioria dos casos de câncer de pele, especialmente para os tipos mais comuns, como o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. O objetivo é remover completamente a lesão maligna, garantindo margens de segurança para reduzir o risco de recorrência. Alguns dos procedimentos cirúrgicos incluem: Excisão cirúrgica : remoção do tumor com uma margem de pele sadia ao redor. Cirurgia de Mohs : técnica que permite a remoção precisa do câncer, preservando ao máximo os tecidos saudáveis. Curetagem e eletrodissecação : usada para pequenos tumores superficiais, onde o tecido canceroso é raspado e tratado com corrente elétrica. Alternativas não cirúrgicas Embora a cirurgia seja a opção mais comum, outros tratamentos podem ser indicados, especialmente em casos onde a cirurgia não é viável: Radioterapia : utilizada para pacientes que não podem se submeter à cirurgia ou para tumores localizados em regiões delicadas. Terapia fotodinâmica : utiliza um agente fotossensibilizante e luz para destruir células cancerosas. Crioterapia : congela o tecido tumoral com nitrogênio líquido, indicado para lesões superficiais. Imunoterapia e Terapias Alvo : usadas para casos avançados de melanoma, estimulam o sistema imunológico ou bloqueiam vias específicas que favorecem o crescimento tumoral. Quimioterapia tópica : indicada para casos superficiais, com medicamentos como 5-fluorouracil (5-FU) e imiquimod. Prevenção do câncer de pele Para reduzir o risco de câncer de pele, é essencial evitar a exposição solar entre 10h e 16h, período em que a radiação ultravioleta é mais intensa. O uso de chapéus e óculos escuros pode auxiliar na proteção, mas a aplicação de filtro solar em quantidade adequada é a forma mais eficaz de prevenção. Uma recomendação útil é a regra da colher de chá: aplique uma colher do protetor na região do rosto, pescoço e colo e duas colheres nos braços, pernas e costas. O produto deve ser aplicado cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol para melhor absorção e reaplicado a cada duas ou três horas, ou sempre após contato com água ou suor. O tratamento do câncer de pele é predominantemente cirúrgico, pois essa abordagem permite a remoção eficaz da lesão com menor risco de recorrência. No entanto, alternativas como radioterapia, terapia fotodinâmica e imunoterapia estão disponíveis para casos específicos. O diagnóstico precoce é essencial para garantir um tratamento eficaz e menos invasivo, reforçando a importância da prevenção e do acompanhamento dermatológico regular. Caso queira saber mais sobre como adquirir hábitos saudáveis é importante para o tratamento de câncer, agende uma consulta com o Dr. Hugo Hammoud . Whatsapp: (12) 99711-2332.
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